Calcule o risco de progressão da curva baseado nos fatores clínicos mais estudados — Cobb, Risser, idade, sexo e velocidade de crescimento.
O estudo de Lonstein e Carlson com 727 pacientes estabeleceu a base da calculadora de risco mais usada em ortopedia. Curvas maiores em pacientes imaturos têm risco muito maior.
Seguimento de 50 anos mostrou que curvas acima de 30° ao término do crescimento continuam progredindo na vida adulta — cerca de 1° por ano. Curvas menores geralmente se estabilizam.
Para curvas que progridem para necessitar tratamento ativo, meninas têm risco 10 vezes maior que meninos. Presença de menarca e velocidade de crescimento são fatores independentes.
Histórico familiar, rotação vertebral (AVR), flexibilidade da curva, marcadores genéticos (ScoliScore) e velocidade de crescimento passada não foram incluídos. Ferramentas de predição mais precisas requerem dados do raio-X que só o médico tem.